quarta-feira, 22 de janeiro de 2014


A Revolução Industrial que Hobsbawm retrata com propriedade nesta obra clássica, encerrou de modo definitivo o lento processo de mudança do feudalismo medieval para o capitalismo moderno. A substituição das ferramentas pelas máquinas, e, por conseguinte, da força humana pela força motriz, configurou um impacto desnorteador sobre os pilares da sociedade inglesa.

Até a metade do séc XVIII, a indústria fabril preponderava, favorecendo-se das plantações de algodão da Índia e dos Estados Unidos(colônias britânicas), e até mesmo de uma parte que era adquirida do Brasil. Assim como as colônias britânicas forneceram a matéria-prima para a indústria fabril inglesa, de outra forma contribuíram para o desenvolvimento econômico britânico ao consumir produtos finais manufaturados na Inglaterra. Depois, foi num crescendo, obedecendo somente ao instinto humano pelo lucro e pelo dinheiro. A história do imperialismo no mundo moderno começa aí. E não mudou muito, em absoluto: mudaram apenas os protagonistas.

A partir de uma abordagem assumidamente crítica, o autor faz o percurso tradicional da evolução das idéias econômicas desde o founding father da disciplina (Adam Smith) até as contribuições ditas heterodoxas mais recentes, dos pós-keynesianos e neo-institucionalistas. Neste longo caminho, Hunt argumenta, de forma convincente, que a Economia não é - e jamais foi - uma disciplina livre de valores, digam eles respeito às relações de classe, à distribuição de renda ou à natureza e ao papel do Estado, por exemplo. Sem esconder a sua simpatia pelos autores na tradição da economia política radical, Hunt, ainda assim, dá o espaço devido para um tratamento detalhado, ainda que não-técnico, das origens e desenvolvimento do paradigma neoclássico, que vem dominando o modo de fazer e pensar Economia nos últimos 100 anos. Quer se concorde ou não com o julgamento que o autor faz do caminho percorrido pela disciplina desde Smith, não se pode deixar de louvar o fato de que seus argumentos são apresentados dentro do contexto histórico e institucional relevante, lembrando que as idéias (econômicas ou não) não surgem, se firmam ou perdem espaço em um vazio a-histórico.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O que é a vida, afinal...



Ilumina

Ilumina meu pai, ilumina...


Esta gente que vai para o trabalho

Acorda cedo para defender o salário

Esta gente que apesar da rotina

Traz um sorriso nos lábios, que ilumina...

Esta gente que faz a hora

Sobrevive fazendo história

Sonha com um mundo melhor

Semeia boa vontade, que ilumina...


Ilumina meu pai, ilumina...

Esta gente que nunca perde a esperança

Vê no sorriso de um adulto

A simplicidade da criança, que ilumina...

João Crispim Victorio / Poemas: Sobre o trabalho que falo...

sábado, 4 de janeiro de 2014

Lançamento do Livro, Poemas: Sobre o trabalho que falo...
Bienal/RJ dia 01 de setembro de 2013. 
 















sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Lançamento do Livro, Poemas: Sobre o trabalho que falo...
 Restaurante: Sabor Mineiro, Mendanha/Campo Grande-RJ 
 Dia 27 de dezembro de 2013.
 















 
 

A Reforma Trabalhista, o movimento sindical e a vaquinha chinesa. João Crispim Victorio [i]         Este texto tem por objetivo traze...